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Governador decide que BRT é a melhor solução para mobilidade urbana entre Cuiabá-Várzea Grande

Mauro explicou ainda que o próximo passo agora é solicitação no Ministério de Desenvolvimento Regional e do Conselho Curador do FGTS para alteração do VLT para BRT

21/12/2020 16h32 Atualizada há 1 mês
Por: FABIO CESAR Fonte: Gcom
Governador decide que BRT é a melhor solução para mobilidade urbana entre Cuiabá-Várzea Grande

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, apresentou, há pouco, decisão sobre modal de transporte intermunicipal entre Cuiabá e Várzea Grande. Nos dados, o gestor estadual apontou que o Bus Rapid Transit (BRT) é mais viável do que Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que era para ser entregue na Copa do Mundo de 2014, mas isso não ocorreu.

A previsão do lançamento da licitação do BRT é para maio do ano próximo ano. O governo pretende em agosto assinar contrato com empreiteira que vencer o certame. Deverão ser 54 ônibus com investimento de ao menos R$ 430 milhões.

A viabilidade do modal foi discutida na Comissão de Mobilidade Urbana do Governo Federal desde 2019, a pedido do governo de Mato Grosso. “Nessa comparação fica muito claro. Esse relatório chegou há alguns dias nas minhas mãos. Após analisar tudo isso ficou muito claro, técnica e econômica a curto prazo. A melhor solução para dar um fim nesse pesadelo é a mudança de modal e iniciar imediatamente para acabar com essa obra inacabada”, disse Mendes.

No comparativo, o BRT tem o menor risco para implantação, baixo conflito regulatório, fácil possibilidade de ampliação, maior quantidade de veículos com capacidade de transportar mais de 155 mil passageiros com velocidade acima de 25 quilômetros por hora.

Mauro explicou ainda que o próximo passo agora é solicitação no Ministério de Desenvolvimento Regional e do Conselho Curador do FGTS para alteração do VLT para BRT, que já foi protocolada no dia 18 deste mês.

O governo do Estado também já propôs ação contra o consócio de empresas que entregam para condená-las à indenização dos danos causados ao Estado de mais de R$ 676, 8 milhões e também pedido de liminar para obrigada a retirar os trens, mediante oferecimento da garantia pelas empresas.

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